sábado, 13 de setembro de 2008

Política da recompensa em escolas públicas

Política de recompensa em escolas públicas.
Analisando a juventude atual, especialmente a comunidade escolar pública, percebo que por mais “perfeitas” e bem intencionadas que sejam as propostas pedagógicas; na maioria das vezes tais projetos “esbarram” em uma questão simples: a participação nula, ou aquém do desejado da parte dos alunos, ficando restrito a um grupo pequeno.
A atitude de mostrar aos discentes a importância da educação para seu futuro é de pouca eficácia devido o “imediatismo” presente na mente de todos os jovens e por que não dizer na vida de todos.
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Tal atitude é um reflexo da sociedade em que vivemos, de respostas imediatas, impaciência, devido à necessidade urgente de sustento etc. Proponho utilizar essa busca por resultados rápidos, como “isca”, para chegarmos ao nosso objetivo principal, que é formar cidadãos conscientes de seus direitos e deveres.
Como assim? Utilizando uma política de recompensas, ou seja, aqueles se esforçarem serão reconhecidos. Por exemplo: aqueles que tirarem as melhores notas ganharão uns ingressos pro cinema ou haverá uma viagem para visitarmos pontos históricos ou museu, mas, o aluno(a) terá que “fazer por merecer”. Coisas desse tipo.
731, equipe: Eduardo, Layse, Camila Cristina, Samia e Maiane. (7ª série)
E se ampliarmos essa idéia? E se as escolas que se destacassem de uma região recebessem abonos salariais para seus funcionários e bolsas de emprego prioritariamente para seus alunos!. Já pensou? Dessa forma todos estariam mais empenhados. Pois se o povo perceber que a comida vem do “céu” sem esforço algum, estaremos privilegiando o ócio, e sendo injustos com aqueles que estão fazendo o seu melhor. È certo que aparecerão aqueles que dirão que isso aumentará a exclusão, que é uma visão simplista da realidade e que todos “têm direito”, no entanto a vida é excludente, desde o nosso nascimento, nós colhemos o que plantamos. Só tem direito quem tem deveres, e muitos dos que hoje estão numa situação de conforto, não colocaram como empecilho a situação financeira, emocional da família, no governo, da escola, etc. ao contrário, serviu de asas para galgar às alturas. Ainda que as nossas teorias pedagógicas, muitas vezes formuladas em um escritório, queiram “abraçar o mundo”, devemos reconhecer que estamos num momento crítico em que precisamos tomar atitudes já, pois jovens estão cada vez mais indo pelo caminho enganoso da marginalidade.

731/ equipe: Igor, Mario, Monique, Iasmim, Jaqueline e Dayane. (7ª serie)

....Pois bem, o que era apenas uma idéia está tomando forma, os alunos da 6ª e7ª séries da tarde de nossa escola: helena guilhon, em Belém do Pará, estão superando todas as expectativas, promovendo seminários de alto nível, fato este que merece ser divulgado, mas por trás destas sementes, existem pessoas anônimas que compraram essa idéia e que sem querer se candidatar a nada, pois já são eleitas por Deus, estão comprometidas com a causa da educação, e já estão patrocinando pequenas recompensas como ingressos de cinema dentre outras, pessoas como Anselmo JR, de Manaus, a quem mandamos um grande abraço.
631. Equipe: Nicole,Antônia, Bianca, Suzi e Tatiana.

3 comentários:

Alef Sky disse...

Fale meu amigo....muito bom o blog, não posso deixar de reconhecer que sua matéria publicada no jornal Diário do Pará, ficou bem na abertura...hahahahahaha....recentemente vi o filme com o ator Samuel L. Jackson, em que ele é um treinador de basquete...muito bom mesmo, se vc tiver a oportunidade de vê-lo, é muito motivador...o nome do filme é Coach Carter - Treino para a Vida....um grande abarço em todos.

ericsiqueira disse...

vou fazer procuração do filme, obrigado pela dica.

Anônimo disse...

Aprendi muito